Certa feita… Causos do Vale do Mucuri

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O livro “Certa feita… – Causos do Vale do Mucuri” reúne causos engraçados que o autor recolheu em sua região natal, o Vale do Mucuri, MG, em sua andanças com a Viola Caipira quando fazia apresentações musicais, até se mudar para a capital mineira, Belo Horizonte. A obra conta com o prefácio do apresentador e humorista Saulo Laranjeira, e com cerca de 100 causos acontecidos ou “semi acontecidos” envolvendo pessoas folclóricas, políticos, velórios, bêbados, brigas e costumes, lendas e tradições.

Coisas e não coisas

Coisas e não coisas é uma obra composta por 101 poemas, reunidos em 7 capítulos temáticos, todos permeados pela sensibilidade e escrita afiada de Joaquim Celso Freire, levando o leitor a um mundo vívido de percepções e reflexões, deflagradas pela centelha concisa de seus versos. Os poemas, em sua grande maioria, foram gestados ao longo da pandemia, envoltos em pensamentos sobre contradições políticas, as relações humanas, a natureza e o desgaste desses ambientes.

Contos e Descontos

Os “Contos” são calendários de emoção, viagens imaginárias que o próprio autor empreende e que toma emprestado de outros. Os “Descontos” são artigos, traduções dos pensamentos sobre o dia-a-dia, os anos vividos… uma viagem no tempo enquanto estende um convite ao leitor para se encontrar nesse tempo.

Do Sigiloso

Em Do sigiloso, Anelito de Oliveira reúne cinco interlocuções críticas com a poesia de João Evangelista Rodrigues, mineiro nascido na cidade de Arcos em 1948 e em plena atividade, vivendo no momento em Japaraíba, região Oeste das Minas.

 

Todos os trabalhos foram demandados no bojo de uma convivência “na poesia”, como posfácio, prefácio, análise, resenha e entrevista, e representam, sobretudo, o esforço de um jovem crítico de compreender, de modo criterioso – algo bastante raro -, o trabalho de um poeta significativo especialmente na poesia mineira contemporânea.
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Invenção das Coisas

Os poemas do livro Invenção das coisas em sua grande maioria, foram escritos durante a pandemia. O título sugere a inevitável reinvenção das coisas que nos rodeiam, nosso ser-estar no mundo, nossa capacidade de re-criacão, de percepção da vida, da aflorada sensibilidade que brota do mistério.

Jequitinhonha – Antologia Poética

A manhã chega ao Vale do Jequitinhonha, nas asas da poesia. E a terra acorda. E se ouve os primeiros murmúrios, canoas que descem o rio nas palavras dos homens. Dos quatro cantos do Vale, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta.

Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.

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Jequitinhonha – Antologia Poética II

A manhã chega ao Vale do Jequitinhonha, nas asas da poesia. E a terra acorda. E se ouve os primeiros murmúrios, canoas que descem o rio nas palavras dos homens. Dos quatro cantos do Vale, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta.

Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.

Jequitinhonha – Antologia Poética III

A manhã chega ao Vale do Jequitinhonha, nas asas da poesia. E a terra acorda. E se ouve os primeiros murmúrios, canoas que descem o rio nas palavras dos homens. Dos quatro cantos do Vale, cinco cantos se apresentam. Cinco poetas cantam nas páginas de “Jequitinhonha – Antologia Poética” a cumplicidade que o amor reserva aos arautos do seu tempo. A terra envolvendo os poemas em mantos de sonho. A palavra mantendo seu vínculo ancestral com o destino obscuro das coisas do mundo. Sobretudo, mudá-las. O pacto do poeta.

Entende-se “Jequitinhonha – Antologia Poética” como se do livro emergisse o Vale, naufragado no escuro esquecimento da miséria. Entende-se o canto obstinado dos poetas de uma terra afligida em dores. Como se essas dores fossem um parto: o parto da poesia. Parto de um livro. Parto da resistência digna de homens que vivem a sonhar continuamente seu tempo.

Meu pé de alecrim deu fulô

“Tenho vontades, Laura: muitas vontades…” –
pensei com os meus botões. E acho que pensei alto
demais, porque lá do fundo da cozinha Laura me interpela:
“me chamou seu José?” Fiquei calado.

Nas páginas da obra Meu pé de alecrim deu fulô, em sua 2ª edição, encontrará a história de um senhor de 90 anos, José da Silva, que tem sua vida renovada por uma paixão. Em forma de prosa, o livro é a continuação de Um Silva de A a Z, de 2007 e O Rio das minhas manhãs de 2012. Acompanhe seus sonhos, reflexões que levará o leitor a experimentar sentidos, sentimentos e desilusões que em tudo a vida exala.

O mais tardar do amanhã

“A vida é agradável, claro que não é o ideal. A morte deve ser pacifica, serena e tranquila. O que incomoda é o medo do desconhecido. A ideia de deixar de existir não é fácil. Essa transição, entre a vida e a morte, é de cortar o coração de um bom vivente que se recusa a partir.”

Será que foi assim?

Será que foi assim é um tentativa de reescrever a história, com estórias, a partir de uma viagem do imaginário com fatos desenhados pelo próprio autor. Sua pretensão é a de poder criar um mundo próprio, só seu. Nessa viagem, imaginou personagens, diálogos, futuros, passados e presentes. Qual a verdade? O que realmente aconteceu? O publicado? O highly classified? Na verdade, mesmo, a verdadeira versão é a de Antenor Leal. E a que o leitor imaginar. Mas juntos, convida o autor.

Trilogia da Aldeia

Toda cidade do interior tem seus causos e personagens. São tantas histórias que multiplicariam nossa literatura se transformadas em livros. Matutos, cabocos, coronéis, prostitutas (ou mulheres da vida), o bom de bola, o perna de pau, o valentão, o frouxo, os políticos, etc. Trilogia da Aldeia é a transformação do tempo em palavra, organizada em suas nuances, concordâncias, metáforas e discordâncias para defender na linha de frente sua Aldeia, contar histórias de sua gente. Como diz o autor Zé Miranda, “muito antes de respirar literatura, minha Aldeia já era meu oxigênio”. O leitor está convidado a mergulhar nessas incontáveis Minas Gerais, descobrir um pouco desse pedaço de chão-Brasil, a “Aldeia” Joaíma incrustada no coração do vale do Jequitinhonha.

Veia Latina

Veia Latina faz uma viagem lírica pela América Latina, dos pampas aos trópicos, através de 35 poemas bilíngues, traduzidos para o espanhol pela escritora uruguaia Patrícia Rodríguez Aguiar, escritos em diferentes épocas, que buscam recriar a atmosfera das décadas de 1960 e 1970, quando muitos países da região viviam sob ditaduras. Ao iluminar as obscuras lembranças daquele período, João Evangelista homenageia grandes poetas, escritores e militantes e tece, como um artesão da palavra, um manifesto.de amor pelos povos latino-americanos e a sua história.

Visões de João Manoel: a dupla imagem da poesia

Difícil fotografar o silêncio… é indeterminado, é de todos, é para todos. Um espaço comum e individual. Amplo e restrito. Para João Manoel ou para o infinito. É o diálogo entre a imagem e a palavra. Nas fotografias que acompanham os poemas a interação do homem e de sua obra.