Do Sigiloso

Em Do sigiloso, Anelito de Oliveira reúne cinco interlocuções críticas com a poesia de João Evangelista Rodrigues, mineiro nascido na cidade de Arcos em 1948 e em plena atividade, vivendo no momento em Japaraíba, região Oeste das Minas.

 

Todos os trabalhos foram demandados no bojo de uma convivência “na poesia”, como posfácio, prefácio, análise, resenha e entrevista, e representam, sobretudo, o esforço de um jovem crítico de compreender, de modo criterioso – algo bastante raro -, o trabalho de um poeta significativo especialmente na poesia mineira contemporânea.
Lançamento

Invenção das Coisas

Os poemas do livro Invenção das coisas em sua grande maioria, foram escritos durante a pandemia. O título sugere a inevitável reinvenção das coisas que nos rodeiam, nosso ser-estar no mundo, nossa capacidade de re-criacão, de percepção da vida, da aflorada sensibilidade que brota do mistério.

Meu pé de alecrim deu fulô

“Tenho vontades, Laura: muitas vontades…” –
pensei com os meus botões. E acho que pensei alto
demais, porque lá do fundo da cozinha Laura me interpela:
“me chamou seu José?” Fiquei calado.

Nas páginas da obra Meu pé de alecrim deu fulô, em sua 2ª edição, encontrará a história de um senhor de 90 anos, José da Silva, que tem sua vida renovada por uma paixão. Em forma de prosa, o livro é a continuação de Um Silva de A a Z, de 2007 e O Rio das minhas manhãs de 2012. Acompanhe seus sonhos, reflexões que levará o leitor a experimentar sentidos, sentimentos e desilusões que em tudo a vida exala.

Visões de João Manoel: a dupla imagem da poesia

Difícil fotografar o silêncio… é indeterminado, é de todos, é para todos. Um espaço comum e individual. Amplo e restrito. Para João Manoel ou para o infinito. É o diálogo entre a imagem e a palavra. Nas fotografias que acompanham os poemas a interação do homem e de sua obra.